Evidentemente tudo pode mudar no futuro próximo, mas a probabilidade é quase inexistente.
Notícia que será veiculada daqui a cem anos:
O maior caso de uso de cobaias humanas na história aconteceu na terra de Israel em 2020 quando 9 milhões de cidadãos foram vacinados no maior experimento da história. Muito maior que nos experimentos feitos nos campos de batalha da primeira guerra mundial (milhares de cilindros de gás clorídrico produzidos por indústrias como Bayer e Hoechst foram usados pelos alemães contra o exército francês-ideia formulado por Fritz Haber).
Nesse mesmo experimento, foram usadas técnicas deceptivas para confundir o cidadão e o método usado foi a criação estruturada pelo governo de “engano de massas” como TAV SEGOL (ou o selo roxo) e o mais elaborado de todos o famoso “Passaporte Verde”.
O que era o passaporte verde?
O nome passaporte foi dado para que as massas pensassem que era uma espécie de permissão para sair de Israel apesar da pandemia podendo ser usado para entrar em qualquer outro país do mundo, apresentando esse certificado – O Passaporte Verde.
O que o governo israelense conseguiu por meios de propaganda foi absolutamente genial. O povo acreditava que um passaporte verde dessa natureza poderia e seria emitido se tomassem a vacina e por isso, milhares de cidadãos incertos sobre a vacina, se vacinaram com a certeza que o passaporte verde permitiria a criação de uma nova realidade cheia de liberdades e menos restrições.
Foi somente depois de algum tempo que o povo entendeu que mais uma vez tinha sido ludibriado com falsas promessas e que na verdade esse “passaporte verde” não poderia ser usado como pensavam.
Voltando a realidade atual – A legalidade internacional
Para que um documento emitido por uma nação soberana seja respeitado em outra nação soberana, é necessário um acordo entre as partes.
Um passaporte que permita a entrada e saída à vários países independentemente da situação naquele país no que diz respeito a saúde pública seria praticamente impossível. Cada país vai querer ter controle total dependendo da situação interna, de quem entra ou sai do seu território.
Será necessário um esforço diplomático e jurídico de anos para conseguir algum tipo de acordo. Provavelmente, haverá em breve, acordos internacionais entre alguns países, mas muito ainda deve ser elaborado e estamos longe de qualquer tipo de acordo global.
Igualdade e liberdade
Mesmo que um passaporte verde fosse emitido em Israel hoje, seria uma tremenda dor de cabeça jurídica e logística como vou explicar no exemplo abaixo.
Imaginem que somente os portadores desse passaporte verde pudessem entrar em cinemas, teatros, shopping e estabelecimentos comerciais. Imaginem que somente os portadores desse tipo de “permissão verde” pudessem sair de Israel livremente.
Por outro lado, aqueles que não puderem ser vacinados (por motivos diversos) e aqueles que não acreditam na vacina, teriam seus direitos cancelados?
Imediatamente iriam procurar apoio no supremo tribunal. O governo provavelmente revogaria o uso desse passaporte ou seria obrigado a colocar várias emendas nessa lei para que essas pessoas que não foram vacinadas pudessem também ter livre acesso de alguma maneira a todas essas “regalias” acima citadas.
Emitir um documento como o passaporte verde
Isso seria uma logística complicada e longa, de anos, ou talvez seria feita uma legislação relâmpago, mas provavelmente seria como um queijo suíço – “com vários furos” e assim sendo, cada estabelecimento comercial poderia decidir seu próprio critério de benefícios aos portadores desse passaporte e que tipo de atos punitivos imporá aos que não portarem esse documento.
Isso acarretaria uma mini anarquia dentro do país, tonando a emissão desse tipo de documento em uma ideia utópica.
A criação de um sistema central de informações
A probabilidade de criar um sistema internacional onde uma carteira (passaporte verde) possa ser averiguada on-line dentro do Estado de Israel e especialmente fora do país, é muito perto de ser inexistente.
Apesar da grande influenza de 1918-1920 que matou entre 100 a 300 milhões de pessoas (relativamente falando a população mundial atual); apesar das epidemias de sars, ebola, aids e covid, nada foi feito para a criação de um sistema único e internacional desse tipo. Na verdade, não existe até a presente data um só centro de pesquisa internacional de epidemias que teria essa regulamentação para um “passaporte verde” mundial.
Conclusão:

