2015 – Permita que sua voz seja ouvida – sem concorrer a um cargo no Parlamento
Artigo atualizado, datado de 2015, sobre a capacidade de cada um de nós de promover uma melhoria de vida em Israel.
Artigo atualizado, datado de 2015, sobre a capacidade de cada um de nós de promover uma melhoria de vida em Israel.
Segundo artigo da série sobre o processo de Aliá, falando da tática equivocada das organizações que promovem a Aliá.
Um advogado brasileiro em Israel
Um coração Partido – A decepção e a dor dos novos imigrantes no processo de Imigração para Israel (Aliá)
Hanna já não se sente mais uma estranha – ela agora é parte da sociedade israelense, no que esta tem de melhor.
O que fazer antes de a diáspora se calar para sempre
Como em qualquer outro lugar no mundo, em Israel existem vantagens e desvantagens, coisas boas e ruins. Assim sendo, com as coisas ruins é necessário ter cautela, da mesma forma que devemos valorizar as coisas boas, o que faremos no presente artigo. Boa leitura!
Vida em Israel,governo Israelense,Mentalidade Israelense
Muitas vezes já dissemos, e agora voltamos a repetir, que a nossa intenção de ajudar nunca será suficiente caso a pessoa que procura assistência seja inflexível quanto aos seus princípios e objetivos. Neste artigo estaremos falando de (mais) um caso no qual a tentativa de ajudar falhou apenas devido a uma falta de reconhecimento quanto ao fato de não se conhecer o sistema israelense. Boa leitura!
Aqui você encontra uma bonita história ilustrando a importância de se conhecer o sistema jurídico de Israel, e o mais importante: como lidar com um advogado brasileiro em Israel.
Apesar de muitas vezes nos artigos nós falarmos da necessidade de se enfrentar as dificuldades em prol do sucesso da Aliá, desta vez usaremos partes de um discurso interessante, realizado nos EUA, que poderá ilustrar claramente alguns pontos importantes desta nova estrada da vida. Boa leitura!
Em momentos difíceis como o que estamos enfrentando, sempre é possível aprender alguma coisa e aprimorar o nosso comportamento, e agora não é diferente, no que se refere aos soldados “solitários”. Vamos fazer a diferença!