Os israelenses adoram superstars, grandes nomes e heróis, tanto quanto outras pessoas de outros países.

Assim sendo, eles acabam se transformando em grandes “produtores de celebridades”, especialmente após a morte de um indivíduo. O melhor exemplo que podemos mencionar é o de Yitzchak Rabin z”l, um primeiro ministro que foi odiado ou pelo menos “não muito apreciado” pela maioria da população, mas no momento em que foi assassinado se tornou um herói nacional, classificado como a pessoa que poderia salvar o país de todo e qualquer perigo; se tornou aquele que todos adoravam!

Neste momento Israel passou a descrevê-lo como um santo, ignorando todos os seus erros (e ele cometeu alguns). Para se ter uma boa dimensão do que estou dizendo basta folhear os jornais datados de alguns meses antes de seu assassinato para saber o que os israelenses pensavam dele, inclusive seu arqui-inimigo o Sr. Shimon Peres.

Até mesmo em âmbito legal se criou celebridades, como aconteceu com Aaron Barak, o qual trouxe mais problemas para o sistema do que qualquer outra pessoa. No final das contas ele se tornou quase uma “divindade” para alguns e o “demônio” para outras pessoas.

Já que estamos falando de “falecimentos”,  podemos mencionar “estrelas” como o Professor Yehuda Hiss, o “mestre de Abu Kabir” (Instituto Forense de Israel). Ele foi aplaudido como uma grande celebridade, fazendo o que bem entendia e desrespeitando toda e qualquer opinião divergente; até que chegou ao ponto de usar de partes de corpos.

Atualmente temos uma grande celebridade: o Sr. Shimon Peres, Presidente de Israel. Você pode imaginar Obama agindo como ele? Em caso positivo ouso dizer que ele seria retirado do poder em um piscar de olhos, já que sem dúvida trata-se de um megalomaníaco.

O ato de criar novas celebridades permanece firme e forte; novos heróis em todos os campos de atuação, sem se pensar ou considerar o que poderá acontecer no futuro ou os efeitos colaterais que estes supostos “heróis” estão trazendo à sociedade.

Como exemplo temos ainda o super protetor das crianças, Dr. Yitzhak Kadman do Conselho nacional Israelense da criança, ou a Meritíssima (ex) Juíza Sra. Rot-Levy, apontada pelo Ministério da Justiça para compilar um novo Código referente ao Direito das Crianças. Eles agem como se fossem os únicos que entendem mais do que qualquer pessoa, ou como os únicos que podem emitir posicionamentos certos no que se refere a este assunto.

O Sr. Yair Lapid e muitos outros do rádio e TV israelense se tornaram estrelas ascendentes, não pelo que podem oferecer à conturbada sociedade israelense mas sim pelo que são na vida irreal de atores, atrizes e celebridades em geral!

As consequências da criação de uma “celebridade”:

Cada vez que um novo herói aparece trazendo uma nova onda de esperança, uma nova onda de destruição vem junto com ele. Este foi o caso de cada político, e será o destino do novo Lapid, tal como outros que surgiram nos últimos 60 anos, desaparecendo em seguida.

O fato é que por algum motivo nós estamos cegos para o futuro, tendemos a não enxergar os prejuízos em potencial a médio e longo prazo; e em geral os israelenses são muito imediatistas, vendo apenas o AGORA. Paz agora, direitos a todos agora, dinheiro a todos agora, casas para todos agora, etc.

Quem são os verdadeiros heróis:

Em meio a todas estas palavras, posso afirmar que temos entre nós heróis verdadeiros, com valores e vidas reais. Quem são eles?

São os soldados das Forças Armadas, fazendo o impossível para manter este país seguro. Os heróis também são os jovens pertencentes a diferentes movimentos juvenis que mantém os padrões da moral. São todos os voluntários em centenas de organizações, cedendo seu tempo, alma e dinheiro para fazer deste país um lugar melhor para se viver.

Heróis são os pais lutando contra as autoridades da sociedade que vão contra  a autoridade dos pais, enquanto procuram dar a seus filhos a melhor educação que podem, e meios para que possam ter uma vida normal quando se tornarem adultos.

Também se inclui nesta categoria cada novo imigrante que vem a Israel para viver, sem alguma garantia de que poderão se adaptar a uma nova vida em um novo país, sob novas leis, um novo idioma e uma mentalidade completamente diferente da que está acostumado.

Sejamos sensatos:

Chegou o momento de parar de se acreditar em heróis que se auto-proclamam desta forma, fabricados pela mídia, e se começar a apreciar os demais com base no nosso futuro como nação.

O GRUPO SZAJNBRUM dá as boas vindas aos Novos Olim que chegam cada semana. Se houver algo que possamos fazer para ajudá-lo – desde o Direito Imobiliário, transações bancárias, contratos de trabalho, contratos de locação, etc – estaremos à disposição porque nós queremos que a sua Aliá seja bem sucedida e conhecemos bem a realidade israelense.