A caminho do Divórcio ou da Reconciliação – uma escolha do casal

Até que ponto a interferência dos pais pode atrapalhar um relacionamento ou mesmo impossibilitar uma reconciliação no caso de divergências? Qual a responsabilidade do casal na manutenção de sua vida conjugal, evitando interferências desnecessárias principalmente em momentos de crise? Este artigo trata de um caso verídico. Boa leitura!

Sally e Harry – uma história de muitos casais, com o fim à sua escolha

Repetidas vezes descrevemos histórias de amor que acabaram mal, com consequências para ambos os lados, além dos filhos. Infelizmente estes casos não são raros, e em determinados momentos a única opção que resta ao casal é tentar passar pela crise da forma o mais racional possível, para o bem de todos os envolvidos. Neste artigo estaremos falando deste assunto, em uma nova tentativa de transformar o fim de um casamento, quando este se mostrar inevitável, em algo menos traumático. Boa leitura!

Expectativas realistas da sua vida após a Aliá – mantendo os pés no chão (parte I)

É comum as pessoas que estão envolvidas em algum tipo de problema ou dificuldade esperarem que os advogados possam dar uma solução perfeita que atenda perfeitamente aos seus desejos, mas infelizmente nem sempre (ou mesmo quase nunca) isto é possível. Neste artigo, primeiro da série, estaremos falando sobre este assunto. Boa leitura!

Considerações gerais sobre a procrastinação (adiamento) de tarefas e suas consequências

Repetidas vezes chegam ao escritório pessoas com problemas de ordem legal, causados ou agravados pelo adiamento dos seus deveres, de modo que achei por bem escrever e disponibilizar o presente artigo em uma tentativa de fazer com que as pessoas sejam mais cautelosas, tendo em mente que as obrigações não desaparecem, mas sim se somam a outras. Boa leitura!

Rapto de crianças por um dos pais – a realidade

Sendo Israel um país de imigrantes, uma das mais graves consequências dos casamentos desfeitos dos quais resultaram filhos pode ser o rapto destes menores por parte de um dos progenitores, para o exterior, e na realidade não existe uma punição enérgica. Neste artigo estaremos abordando o assunto, com a apresentação de um caso verídico. Boa leitura!